Notícias sobre plantas medicinais

Portugueses comprovam efeitos de plantas de S.Tomé

Uma equipa portuguesa comprovou efeitos anti-bacterianos e anti-fúngicos em 75% de um conjunto de 50 plantas medicinais usadas por terapeutas para combater infecções em São Tomé e Príncipe

Os dados estão no livro “Estudo Etnofarmacológico de Plantas Medicinais de S. Tomé e Príncipe” apresentado hoje no jardim Botânico Tropical, em Lisboa, pela coordenadora da equipa, Maria do Céu Madureira, do Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz.

“Os resultados do estudo comprovam a veracidade da utilização empírica e o potencial farmacêutico dessas plantas”, disse a investigadora.

Entre as plantas em causa, cujas características químicas e farmacológicas estudou, Maria do Céu Madureira destacou a Tithonia diversifolia, chamada localmente girassol (“parecida com o girassol mas muito mais pequena”), com comprovada actividade anti-malárica.

Foram também encontradas espécies com actividade anti-viral comprovada “in vitro” na replicação do VIH (vírus da imunodeficiência humana) e contra os vírus herpes simplex e da hepatite B, nestes casos “in vivo” – salientou.

Este trabalho insere-se no Projecto Pagué (“Papagaio” em português e o nome de um distrito da ilha de Príncipe), que consiste na recolha e investigação etnofarmacológica de plantas medicinais por farmacêuticos e botânicos portugueses com a colaboração do Ministério da Saúde de São Tomé e Príncipe.

As receitas do livro revertem na totalidade para a melhoria das condições de vida e de trabalho de três terapeutas tradicionais santomenses (Sum Pontes, Sum gino e Sum Costa), que trabalharam mais directamente com os investigadores, facultando os seus conhecimentos, sendo por isso seus co-autores.

Os dados recolhidos nesta obra resultaram de um trabalho de três anos iniciado em 2002 por um primeiro grupo de jovens investigadores farmacêuticos (Ana Fernandes, António Gonçalves, Cátia Fernandes, Carlos Catalão, Jaime Atalaia, Jorge Vieira e Verónica Gaspar) e que foi financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, estando um segundo grupo, ainda sem financiamento, a trabalhar desde 2005 no estudo de mais 80 espécies de plantas recolhidas nas ilhas.

Data: 24-06-2008

Retirado de:

http://www-org.rr.pt/bolabranca_detalhe.aspx?fid=73&did=38892

Workshop sobre plantas medicinais e aromáticas em Ourém

A empresa multimunicipal de saneamento Simlis promove sábado, em Fátima, um workshop sobre plantas medicinais e aromáticas.

A iniciativa, que decorre na estação de tratamento de águas residuais local, vai permitir aos participantes identificar as plantas medicinais e aromáticas autóctones e conhecer os seus benefícios e utilizações.

O workshop decorre entre as 14:00 e as 18:30 e as inscrições podem ser feitas através do endereço eletrónico educa.ambiente@simlis.pt.

Retirado de :

http://www.regiaodeleiria.pt/2010/06/workshop-sobre-plantas-medicinais-e-aromaticas-em-ourem/

 

Competição de urtigas na Inglaterra

Em dorset ( Inglaterra) foi realizado o campeonato anual da comida de urtiga. Milhares de ingleses reumiram-se na cidade para competir pelo título de maior “comilão” da planta. O vencedor foi  Sam Cunnigham, que comeu 74 pés de urtiga.

Retirado de:

http://marifuxico.blogspot.com/2010/06/britanicos-disputam-competicao-de-quem.html

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